13 de abril de 2010

"Escolhas inconscientes"



Quando colocamos duas pessoas disponíveis a analisar uma determinada imagem, em seguida nos questionamos: Será que tais pessoas irão enxergá-la da mesma forma?
NÃO, e o sentido da vida está claramente ligado à essa percepção diferenciada de mundo que cada um possui.

Cada um de nós contribui de alguma forma ao mundo, seja promovendo coisas BOAS ou coisas RUINS, e isto é atualmente o contexto natural do segmento da sociedade...
Mas essa reflexão não se restringe apenas ao positivo e o negativo, mas sim as inúmeras possibilidades do fazer, sentir, agir, pensar, etc. Aprendemos que o outro pode nos trazer diversos conhecimentos e possíveis influências, porém o que somos acaba por prevalecer em nossas ações cotidianas. Se sou Psicólogo olho para o mundo de maneira silenciosa e intrigante, se sou Filósofo minha reflexão é algo que está ligada à tudo ao meu redor, se sou Programador tenho então a lógica ao meu favor, se sou Advogado tenho sede por justiça, e assim por diante... essa percepção pode ser aplicada a qualquer segmento, explicitei a àrea profissional simplesmente pelo fato de estar entrelaçada em nós e por revelar boa parte do que somos ou buscamos ser. Nosso consciente pode até nos enganar, mas existe algo muito além que nos permite prospectar determinada situação, é mais ou menos o entendimento da frase que diz: "Olhar além do que está posto"...

Quando temos essa visão de mundo, englobando todo o contexto subjetivado das ações humanas, vemos que NADA pode fazer parte de nós, senão aquilo que quisemos ou queremos ser um dia. Sempre aspirei pela "Transformação Social", hoje estou prestes a terminar o curso de Serviço Social, talvez isso demonstre um pouco de mim, definitivamente não me limita, mas de certa forma concede a quem me analisa uma pré-conceituação do que sou!

"Nós somos aquilo que fazemos repetidamente" - Aristóteles

Talita Oliveira