26 de setembro de 2010

Seja um amor ou um vício, um hábito não é uma necessidade (...)

Aquilo ou alguém não deixa de ter sua devida importância para o mundo, eles apenas deixam de ser prioridade para você, se seus caminhos são diferentes e vão de embate aos seus vícios e até mesmo seus hábitos, então você os encara e busca viver sem os mesmos.
É necessário perceber que existe um fim para TUDO na vida, fim este que poderá ser humano ou divino. Aceitar que chegou ao fim é um começo, não se pode substituir tudo, acredito, por exemplo, na ideia de que existem pessoas insubstituíveis, momentos raros e sensações únicas na vida. Pode-se então viver de outra maneira, sob novos ventos, horizontes e novas perspectivas. É preciso se deixar cercar pela felicidade, por pessoas que querem te fazer sorrir e te fazer BEM, porque se você vive algo que não te satisfaz "por inteiro" e não te trás coisas boas não vale a pena. Albert Einstein dizia que "Se os fatos não se encaixam na teoria, modifique-os". Se existem estudos que apontam que o Tabagismo é um hábito e não um vício, aquele alguém também não precisa fazer parte de sua vida só porque você acha que sim. Abra a porta para estes novos ventos, dê importância ao que você gosta de fazer, ao que você PRECISA fazer para continuar galgando bons espaços em toda dimensão de sua vida. Agradeça todos os dias por suas conquistas e lute a cada instante por aquilo que você acredita, sem machucar muito a si ou a outrem. Porque sabemos o quanto é DIFÍCIL mudar o que parece enraizado dentro de nós.
E se ainda acha que não consegue abandonar, lembre-se: O tempo transforma o mundo inteiro, cura todos os vícios, modifica até as nossas virtudes, as coisas passam e precisamos deixar que elas saiam de nós, recomeçar diante de algo que não teve fim ou que ainda vive em você? Não se pode ressurgir diante do que não é cinza (...)

Talita Oliveira